CLIMA DE CIDADANIA NA NOVO ENCANTO

CLIMA DE CIDADANIA NA NOVO ENCANTO

Organização colhe frutos de trabalhos ambientais realizados em instâncias de decisão no país

 

Neste Outono, tempo de renovação, a Novo Encanto (NE) vem mostrando a “cara” de uma Organização forte, com visão espiritualizada da Natureza e que exerce a cidadania, participando ativamente de importantes espaços na sociedade.

Iniciativas e parcerias no país e no exterior (em coletivos, comitês, fóruns, conselhos etc.) apresentam frutos que podem ser compartilhados com a população em geral.

 

Preparando-se para o tempo de inverno, acompanhe alguns trabalhos que a Novo Encanto vem realizando:

 

Status consultivo na ONU

Desde 2013, a NE está associada, com status consultivo, ao Conselho e Econômico e Social (ECOSOC) da ONU (Organização das Nações Unidas), junto a outras 3200 Organizações Não Governamentais (ONGs).

 

O ECOSOC é um dos seis órgãos principais da ONU que formula recomendações e trabalha com desenvolvimento, recursos naturais, direitos humanos, bem-estar social e outros temas econômicos e sociais.

 

Teodoro Irigaray, presidente da NE, afirma que, apesar de ainda ter uma “tímida” atuação no exterior, nos espaços onde atua, a NE tem um papel importante no exercício da cidadania: “a Organização está instalada nas principais cidades do Brasil, realizando trabalhos ambientais e sociais em diversas regiões e biomas”, afirma.

 

CERRADO

No Distrito Federal, a NE, enquanto membro do Fórum Aliança Cerrado e do Comitê Distrital da Reserva da Biosfera do Cerrado (CDRBC), tem exercido a cidadania em defesa do Cerrado, bioma que, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, teve metade de sua área original degradada.

 

Guilherme Eidt, diretor executivo da NE, explica que, no Fórum Aliança Cerrado (órgão que visa construir e monitorar as políticas públicas para o bioma), a NE, vem discutindo o “Plano Recupera Cerrado”, entre outras atividades. Esse Plano apresenta estratégias, instrumentos e propostas para a restauração de áreas prioritárias de conservação do Cerrado, no Distrito Federal.

 

Já no CDRBC (órgão administrado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA-DF) que fomenta políticas de desenvolvimento sustentável e de preservação da biodiversidade do Cerrado), a NE vem participando de grupos de trabalho, definindo o regimento interno e projetos para captação de recursos.

 

Junto à SEMA-DF, a NE também realizou palestras a respeito da crise hídrica estadual nos núcleos do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (CEBUDV), instituição parceira da NE.

 

PANTANAL

Num momento em que se discute, no Senado, o Projeto de Lei (PL) nº 750 de 2011, a “Lei do Pantanal”, a NE integrou-se, em caráter permanente, ao Observatório do Pantanal, durante reunião realizada em 26 de abril de 2017, em Campo Grande (MS).

 

O Observatório é uma rede de ONGs e instituições científicas que disponibiliza informações para a sociedade, estimula capacitações, auxilia em políticas públicas, além de incentivar a força de incidência política de organizações e comunidades locais, promovendo a articulação e atuação estratégia pela conservação do Pantanal.

 

O PL nº 750 é de autoria de Blairo Maggi (PP/MT), atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e um dos membros da “bancada ruralista”, frente parlamentar que atua defendendo interesses dos grandes proprietários rurais.

 

“Essa proposta não pode ser mais uma lei ruralista mas, sim, uma lei que contribua, efetivamente, para a conservação do Pantanal”, destacou Heitor de Medeiros, associado que representa a NE no Observatório do Pantanal.

 

Para Guilherme Eidt, diretor executivo da NE, iniciativas como essas mobilizam o potencial e o conhecimento dos associados para o exercício da cidadania: “o que queremos é agregar nossa visão e valores ao trabalho por uma sociedade mais justa e equilibrada”, conclui.

 

Texto: Vinícius Mauricio de Lima

Foto: Bento Viana

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